"Uma equipa de investigadores do MIT desenvolveu um dispositivo que consegue transformar pequenas quantidades de água do mar (salgada) em água potável. Graças à nanotecnologia este método é bastante mais simples do que os métodos de dessalinização habituais. O estudo está publicado na «Nature Nanotechnology»."
29/05/12
28/05/12
22/05/12
Projeto Radiação Ambiente
Resultados da experiência - Germinação de sementes de alpista irradiadas
Procedeu-se à plantação e germinação de sementes alpistas irradiadas a 0 Gy, 50 Gy, 120 Gy e 230 Gy, em tabuleiro separados.
Registo do crescimento da alpista ao fim de 4 semanas
CONCLUSÃO:
Verificou-se que as sementes irradiadas com 230 Gy não apresentavam qualquer germinação ao fim de 4 semanas. Tal situação pode-se justificar pelo facto de para as doses de radiação mais elevadas, as sementes podem sofrer alterações genéticas que impedem o seu crescimento e desenvolvimento. Ao longo das várias semanas observou-se um gradual crescimento das sementes, mais significativo para sementes irradiadas com pouca ou até nenhuma dose. Analisando os histogramas, conclui-se que houve um maior número de plantas germinadas e que atingiram também uma maior altura para uma dose de irradiação de 50 Gy, seguida logo pelas plantas irradiadas a 0 Gy.
Numa próxima atividade laboratorial propõe-se uma análise de plantas irradiadas a pequenos valores e dentro de um intervalo mais reduzido, como por exemplo, 0 Gy, 25 Gy, 50 Gy, 75 Gy, 100 Gy. Deste modo, analisar-se-ia qual a radiação que poenciaria mais o crescimento das plantas.
Resposta ao questionário:
1. As conclusões que se podem retirar da análise dos histogramas são que as sementes irradiadas a diferentes valores, apresentam diferentes crescimentos. Observa-se que quando as sementes são irradiadas a baixas doses apresentam uma maior percentagem de germinação e atingem uma maior altura.
2. O número de plantas que germinaram depende do valor da dose de radiação recebida, sendo a mais eficaz a de 50 Gy.
3. A dose adequada para a germinação de uma maior percentagem de plantas é a de 50 Gy, logo de seguida, a de 0 Gy. O mesmo se passou para as plantas que atingiram uma maior altura.
Numa próxima atividade laboratorial propõe-se uma análise de plantas irradiadas a pequenos valores e dentro de um intervalo mais reduzido, como por exemplo, 0 Gy, 25 Gy, 50 Gy, 75 Gy, 100 Gy. Deste modo, analisar-se-ia qual a radiação que poenciaria mais o crescimento das plantas.
Resposta ao questionário:
1. As conclusões que se podem retirar da análise dos histogramas são que as sementes irradiadas a diferentes valores, apresentam diferentes crescimentos. Observa-se que quando as sementes são irradiadas a baixas doses apresentam uma maior percentagem de germinação e atingem uma maior altura.
2. O número de plantas que germinaram depende do valor da dose de radiação recebida, sendo a mais eficaz a de 50 Gy.
3. A dose adequada para a germinação de uma maior percentagem de plantas é a de 50 Gy, logo de seguida, a de 0 Gy. O mesmo se passou para as plantas que atingiram uma maior altura.
23/04/12
Ano Internacional da Química 2011 - Destilador solar 3
Trabalho realizado no âmbito do Ano Internacional da Química 2011
Trabalho realizado por:
Maria
Carolina Machado 11ºA nº 10
Joana
Sofia Silva 11ºA nº 6
DESTILADOR SOLAR
Registo dos resultados:
|
Experiência
|
Volume de água adicionada (mL)
|
Volume de água recolhida (mL)
|
% água purificada
|
|
Parte A – Primeiro
destilador
|
100
|
5
|
5
|
|
Parte A – 2ª experiência
com o 1º destilador
|
50
|
9
|
18
|
|
Parte A – 3ª experiência
com o 1º destilador
|
50
|
14
|
28
|
|
Parte B – Novo destilador
|
50
|
28
|
58
|
Parte A
1. Explicar o funcionamento do
destilador.
O objetivo do
destilador solar é destilar a água inicial, que continha corante alimentar e
sal, obtendo, no final da destilação, água sem qualquer tipo de corante
alimentar e sal.
A água, presente
inicialmente na bacia, ao estar em contacto com a luz solar, que atravessa a
película aderente, vai receber energia ocorrendo, assim, a evaporação.
Seguidamente, o vapor de água condensa pois vai perder energia ao entrar em
contacto com a película aderente que se encontra a uma temperatura inferior.
Graças à presença da pedra sobre a película aderente a água vai “deslizar” pela
película acabando por cair dentro do copo, previamente colocado no meio da
bacia por baixo da região onde se encontra a pedra.
A evaporação é um processo
em que ocorre a passagem da água do estado líquido para o estado gasoso, vapor
de água, através do ganho de energia por parte da água. A evaporação ocorre
mais rapidamente se as temperaturas forem mais elevadas pois recebem mais
energia.
A condensação é um
processo no qual ocorre a passagem da água no estado gasoso, vapor de água,
para o estado líquido, ocorrendo, deste modo, a perda de energia por parte da
água, que retorna ao estado líquido.
2.
Descrever uma forma possível de
fazer com que o destilador atinja melhor eficiência.
Uma forma para o destilador se
tornar mais eficiente seria colocá-lo ao sol na hora de maior calor, a fim de
conseguir captar o máximo de radiação possível para tornar mais eficaz o
fenómeno de evaporação.
Um outro método que poderia
melhorar a eficácia do destilador formado seria aumentar a superfície da bacia
onde se coloca a água, a fim de uma maior quantidade de água estar em contacto
com a luz solar. Podíamos também reduzir o volume de água adicionado como fizemos
na 2ª experiência da parte A. Quanto maior fosse a área de água contida na
bacia em contacto com a radiação solar mais rapidamente ocorria a evaporação.
Poderíamos ter utilizado, bacias
de cores diferentes como preta, cinzenta ou branca a fim de observar as
diferenças em relação aos processos de evaporação e condensação que,
supostamente, deveriam ocorrem mais eficazmente com a bacia preta pois seria
favorecida a absorção da radiação incidente na superfície da bacia (3ª experiência
da parte A).
Podíamos, igualmente, ter
colocado, de uma forma mais adequada, o papel aderente que envolvia a bacia a
fim de, quando ocorresse a evaporação, o vapor de água não tivesse qualquer
possibilidade de sair do interior da bacia e, dessa forma, termos melhores
resultados.
Parte B
3. Elaborar
a descrição de um destilador que possa funcionar melhor do que o que foi construído
e utilizado na Parte A.
Um novo destilador que pudesse funcionar
melhor do que o que construímos na parte A deste projeto, seria um destilador
no qual a evaporação e a condensação ocorressem em regiões separadas e não na
mesma, como acontece no destilador da parte A. No destilador realizado na parte
A, tanto a evaporação como a condensação ocorrem na mesma região, na bacia.
Caso estes dois processos distintos ocorressem em zonas diferentes,
provavelmente ocorreria uma destilação com mais eficiência.
No novo destilador, a água com corante
alimentar e sal é colocada numa bacia (bacia 1) e evapora por ação da radiação solar
que atravessa um plástico colocado sobre a bacia com uma determinada inclinação.
A inclinação do plástico deve ser a adequada para que a água que condensa em
contacto com o plástico, que se encontra a temperatura inferior, escorra de
modo a cair num dos dois copos colocados nas extremidades exteriores da bacia
em causa.
Como poderia ocorrer a possibilidade de algumas
das gotículas de água, obtidas após a condensação, não deslizarem para os copos
laterais (devido à inclinação do plástico não ser a adequada), optou-se por
colocar outra bacia (forma de pudim que suporta a bacia 1) por baixo da
superfície que continha a água com corante e sal, acabando a água obtida por
condensação, por ser recolhida ou nos copos laterais ou na segunda bacia.
Figura 2 – Segundo destilador
Ano Internacional da Química 2011 - Destilador solar 2
Trabalho realizado no âmbito do Ano Internacional da Química 2011
Trabalho realizado por:
Andrei
Vodã 11ºA nº 1
Pedro
Leonardo 11ºA nº 15
DESTILADOR SOLAR
Registo dos resultados:
Experiência
|
Volume de água adicionada (mL)
|
Volume de água recolhida (mL)
|
% água purificada
|
Parte A – Primeiro
destilador
|
200
|
2
|
1
|
Parte A – Segundo destilador
|
200
|
12
|
6
|
Parte A – Terceiro destilador
|
100
|
7
|
7
|
Parte B – Primeiro destilador
|
200
|
16
|
8
|
Parte B – Segundo destilador
|
100
|
23
|
23
|
No segundo destilador
da parte A, a variável que foi alterada foi a temperatura da água, sendo
colocada no interior do destilador água quente previamente aquecida.
No terceiro
destilador da parte A, a variável que foi alterada foi o volume inicial de
água, sendo este reduzido para metade.
No segundo
destilador da parte B, foram alteradas em simultâneo as variáveis da
temperatura e do volume da água inicial, tendo sido a água previamente aquecida
e o volume reduzido para metade.
1.
Explicar o funcionamento do destilador.
O destilador foi
construído com um balde com a abertura selada por um pedaço de um filme de
papel transparente. No interior do balde foi colocado um copo, de maneira a
recolher a água que evaporou para o filme de papel transparente e que, de seguida,
condensou. O destilador utiliza as radiações solares para aquecer a água no seu
interior. De seguida, a água começa a evaporar, ascende e fica retida no filme
de papel transparente, condensado e ficando novamente no estado líquido. Como
existe uma pedra no centro do filme de papel transparente para criar um
declive, a água escorre até ao local mesmo por debaixo da pedra, forma-se uma
gota e esta cai no copo. No decorrer do tempo, este processo vai ocorrendo e no
final da experiência é possível recolher um determinado volume de água
transparente (sem o efeito do corante) e sem sal. Por este motivo, pode
dizer-se que a água foi "purificada", uma vez que a destilação
permitiu que apenas a água evaporasse por esta ter um ponto de ebulição mais
baixo, permanecendo no balde o sal e o corante alimentar.
2.
Descrever uma forma possível de
fazer com que o destilador atinja melhor eficiência.
Para que o destilador tivesse uma maior eficiência, optou-se por
diminuir o volume de água inicial que se coloca no destilador e por aquecer
previamente a água, de forma a permitir uma maior facilidade na evaporação da
mesma. Concluiu-se, através dos resultados obtidos, que ambas as variáveis
influenciam positivamente o rendimento do destilador.
Parte B
3. Elaborar a descrição de um destilador que possa funcionar melhor do que o que foi construído e utilizado na Parte A.
Material:
·
1 Balde preto;
·
Papel de alumínio;
·
Filme de papel transparente;
·
Placa de metal preta;
·
Copos de plástico;
·
2 Tijolos;
·
Proveta;
·
Cartão;
·
Água corada e salgada.
Para a realização da Parte B da
experiência, optou-se por acrescentar um conjunto de alterações ao destilador,
de forma a melhorar o seu rendimento. Em primeiro lugar utilizou-se um balde de
cor preta, pois absorve melhor a radiação, permitindo que o aquecimento seja
mais eficaz. Em segundo lugar, forrou-se o interior do balde com papel de
alumínio e colocou-se um suporte de cartão revestido por papel de alumínio ao
lado do balde. O alumínio tem como função permitir que haja uma maior reflexão
de raios solares para o interior do balde, possibilitando também um melhor
aquecimento da água. Em terceiro lugar, utilizou-se uma placa de metal apoiada
em dois tijolos para servir de suporte ao balde que, como tinha um buraco no
fundo, necessitava de estar a uma certa altura para depois ser colocado um copo
por debaixo do buraco do balde, e, assim, recolher a água destilada. A placa
era também ela preta e de metal, para absorver a radiação solar e transferir,
por condução, a radiação absorvida para o balde. O copo para a recolha da água
destilada foi colocado num local exterior ao balde, pois quando o copo se
encontra no interior, a água destilada que ele contém também está sujeita a ser
destilada novamente, pois não está impedida de evaporar. Assim, quando o copo
está no exterior, a água que ele contém está muito menos sujeita ao fenómeno de
evaporação, o que torna o destilador mais eficiente.
4. Desenhar um diagrama
do novo destilador, que
esclareça a forma como funciona.
5. Fotografia
do novo destilador:
Ano Internacional da Química 2011 - Destilador solar 1
Trabalho realizado no âmbito do Ano Internacional da Química
Trabalho realizado por:
Luís Silva 11ºA Nº 9
Nuno Silva 11ºA Nº 12.
DESTILADOR SOLAR
Registo dos resultados:
Experiência
|
Volume de água adicionada (mL)
|
Volume de água recolhida (mL)
|
% água purificada
|
Parte A – Primeiro
destilador
|
180
|
5
|
2,78%
|
Parte B –
Destilador melhorado
|
100
|
10
|
10%
|
Parte A
1.
Explicar
o funcionamento do destilador.
Neste
destilador solar, é utilizada a energia fornecida pela radiação solar para aumentar
a energia cinética das partículas que constituem a água. Quando esta energia é
suficiente, a água evapora (passa ao estado gasoso) e sobe, deixando para trás
tudo o que nela estava dissolvido. Ao entrar em contacto com uma superfície a
uma temperatura inferior (neste caso, a película aderente), a energia cinética
das partículas que constituem a água é cedida às partículas que constituem a
película aderente (uma vez que as partículas de água têm, nesse momento, mais
energia), até se atingir equilíbrio térmico. Ao perder energia, a água condensa
(volta ao estado líquido) e, devido à inclinação da película, escorre para o
copo. Obtêm-se, assim, água purificada.
2.
Descrever
uma forma possível de fazer com que o destilador atinja melhor eficiência.
- Maximizar a quantidade de radiação recebida pela água (utilizando, por exemplo, espelhos);
- Separar as zonas de evaporação, condensação, e recolha já que é favorável que estas tenham temperaturas diferentes;
- Isolar melhor o recipiente de modo a evitar a perda de vapor de água para o exterior;
- Aumentar o declive da película aderente para a água escorrer com mais facilidade;
- Utilizar água pré aquecida para poupar tempo.
- Utilizar uma quantidade reduzida de água.
Parte B
Medidas tomadas para tentar aumentar o rendimento do destilador:
- Separou-se a zona de evaporação da zona de recolha, utilizando uma forma de pudim (que tem um orifício no meio) como recipiente para a água impura. Graças à existência do orifício foi possível colocar o copo recetor em baixo da forma, permitindo a descida da água da zona de evaporação/condensação para a zona de recolha;
- Tentou-se isolar o balde da melhor forma;
- Aumentou-se o declive da película aderente;
- Utilizou-se água pré aquecida.
Figura 1 - Esquema do funcionamento do destilador melhorado
Figura 2 - Fotografia do destilador melhorado
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