Divulgação científica e notícias de actividades realizadas , no âmbito da Física e da Química,
na Escola Secundária José Saramago - Mafra

16/12/13

NATAL 2013

Mais uma vez o Clube da Ciência festejou a quadra natalícia montando uma árvore de Natal e o habitual “Presépio dos Químicos”, desta vez com uma nova roupagem. Este ano os enfeites da árvore de Natal, elaborados pelos alunos que têm disciplinas lecionadas pelo grupo de Física e Química, incidiram sobre o tema “material de laboratório”.

Dando resposta ao convite que a Câmara Municipal de Mafra efetuou às escolas do Concelho, o Clube da Ciência, com a colaboração do grupo de Física e Química, montou também, nos claustros do Palácio Nacional de Mafra, um segundo “Presépio dos Químicos” que poderá ser visitado até ao próximo dia 30 de dezembro.

Deixamos aqui algumas imagens do trabalho realizado.
ÁRVORE DE NATAL DO MATERIAL DE LABORATÓRIO
 
 

 
PRESÉPIO DOS QUÍMICOS DA ESCOLA
 






 
PRESÉPIO DOS QUÍMICOS NOS CLAUSTROS DO PALÁCIO DE MAFRA

(Cortesia Professora Manuela Martins)
 
 



  
 
A TODOS O CLUBE DA CIÊNCIA DESEJA UM
FELIZ NATAL!

12/12/13

Projeto "NEWTON gostava de ler!"

Com o objetivo de comemorar a semana da Ciência e Tecnologia, que decorreu de 19 a 25 de novembro, o Clube da Ciência desenvolveu, em parceria com a biblioteca da nossa escola, um conjunto de atividades experimentais, que decorreram na biblioteca, no âmbito do projeto “NEWTON gostava de ler!”.
 
A leitura de pequenos trechos das obras "O Senhor Henri" de Gonçalo M. Tavares, Caminho, 2013; "Sua Senhoria, a Fada"de Bruno Santos e Júlio Vanzeler, Dom Quixote, Lisboa 2004; "2011 Ligações Químicas" de Eugénio Roda e vários ilustradores, Eterogemeas, 2010; "As mais belas coisas do mundo" Valter Hugo Mãe, Alfaguara, 2010 e "Fronteiras perdidas" de José Eduardo Agualusa, Dom Quixote, 1999, serviu de introdução para a realização de algumas atividades experimentais.
Na atividade “As palavras também têm pH” verificou-se que a partir das pétalas de uma rosa vermelha é possível obter um indicador natural de pH. A atividade sobre nanotecnologia “Onde está a água?” permitiu perceber como funcionam, por exemplo,  as fraldas descartáveis. O bonito efeito do “Candeeiro de lava”, permitiu explorar alguns conceitos de Física e de Química.

Finalmente, nada melhor do que um  pouco de água-de-colónia de alfazema e um chá reconfortante no final da sessão, para acabarmos em beleza, digo, em QUÍMICA!
Mostramos algumas fotografias do evento cuja repetição está, desde já, prometida.


(cortesia do Clube da Fotografia)











 
 

(Cortesia do Clube da Fotografia)





 

 
 

01/07/13

Durante o ano letivo 2012/2013 o Clube da Ciência desenvolveu, mais uma vez, o Projeto "Radiação Ambiente", coordenado pelo Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP) e financiado pelo Ciência Viva.
Este Projeto a nível  nacional, culminou no 6º Encontro realizado no dia 4 de maio de 2013, no Centro Tecnológico em Educação da Escola Secundária da Quinta das Palmeira, na Covilhã, tendo contado com a participação de 12 escolas do ensino básico e secundário de Portugal continental, sendo todos os custos de deslocações e alojamentos dos participantes neste evento, suportados pelo Ciência Viva.
Depois de uma sessão de abertura, todas as escolas participantes tiveram a oportunidade de mostrar os diferentes trabalhos experimentais realizados ao longo do ano letivo. Esta divulgação foi feita através de um poster A0 onde cada escola expôs os resultados obtidos nas diferentes experiências realizadas que envolveram estudos da radiação ambiente, principalmente do gás radão.
No projeto desenvolvido pela nossa escola estiveram envolvidas a professora Clélia Alves e a aluna Ana Beatriz Carnaxide da  turma 11º F. No nosso poster  foram mostrados os resultados da experiência CR39, detetores do gás Radão, que foram colocados  em vários pontos da nossa escola: bar dos alunos, papelaria e biblioteca, por um tempo de exposição de cerca de dois meses e meio.
O gás radão é um gás radioativo proveniente das rochas, assim, a sua concentração numa atmosfera depende da composição do solo do qual foi extraída a rocha, variando de região para região. Verifica-se que nas regiões com solos graníticos, a problemática do Radão é mais acentuada, principalmente porque na construção de casas se utiliza largamente esta rocha. Este gás torna assim o ar que respiramos radioativo, podendo, de acordo com a sua concentração, trazer problemas para a saúde das pessoas expostas a esta atmosfera.
O núcleo do átomo de radão-222 decai para polónio-218, emitindo uma partícula-α, partícula essa que vai deixar uma micro-cratera numa placa acrílica: o detector CR39.
Para que houvesse termo de comparação fidedigno foi colocado, durante dois dias, um detetor CR39 em contacto com rochas extraídas de uma mina em Nisa que contêm óxido de Urânio,  Este composto é radioativo e,  no seu decaimento, dá origem ao gás radão, levando à libertação de partículas-α que vão impressionar o detetor.
Após a exposição, os detetores foram tratados com uma solução de NaHO (hidróxido de sódio) para que as crateras formadas pelas partículas-α, libertadas do decaimento do Radão, fossem ampliadas e, assim, visíveis ao microscópio. Foi sujeito, também, a este tratamento um detetor que não esteve exposto, sendo então o branco da nossa experiência.
Com a observação ao microscópio, foi possível fotografar os detetores e contar as minúsculas perfurações deixadas pelas partículas-α e, com esta informação, calcular a concentração média de radão durante o tempo de exposição.
Todo este trabalho foi exposto no poster, bem como os resultados da nossa escola. Estes permitem-nos   afirmar: "A nossa escola não é radioativa".
Após uma excelente defesa do nosso trabalho, por parte da aluna Ana Beatriz, da partilha de experiências com os outros participante, do debate de ideias com os investigadores coordenadores do projeto e, claro, de um convívio sempre agradável que tivera início no dia anterior, podemos assistir a um sarau de Ginástica pelos alunos do grupo de ginástica da escola anfitriã.
Assistimos a uma tertúlia subordinado ao tema "O Radão na Serra da Estrela", que contou com a presença de elementos da comunidade escolar - um representante dos pais, um elemento da autarquia e vários investigadores da área da Física e da Engenharia Civil e, antes do regresso podemos degustar um lanche de produtos da região onde não faltaram dos famosos enchidos e fumados.
Mais uma vez, é com grande orgulho que fazemos e mostramos verdadeira ciência. 

14/01/13

NATAL 2012

O Clube da Ciência esteve, mais uma vez, envolvido nas atividades natalícias! Este ano optámos por homenagear os Prémios Nobel da Química. Um número significativo de alunos das turmas que têm disciplinas onde se estuda a Física e a Química realizou enfeites de Natal, sobre os vários Prémios Nobel da Química, que permitiram decorar a nossa Árvore de Natal.Aqui está o resultado do nosso trabalho:
O boneco de neve, que acompanhou a Árvore de Natal, foi construído pelos alunos do 12º Q3, tendo sido realizado no âmbito da disciplina de Técnica Pedagógica e Intervenção Educativa, lecionada pela professora Sofia Tiago. Aqui está um exemplo de uma feliz colaboração! A Árvore de Natal dos Prémios Nobel de Química foi também acompanhada pelo Presépio dos Químicos.

Palestra sobre o trabalho dos portugueses no CERN

No âmbito da Semana da Ciência e Tecnologia, que decorreu de 19 a 23 de novembro de 2012, o Clube da Ciência dinamizou uma exposição, que esteve patente no átrio principal da escola, sobre Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear – CERN. Dinamizou também uma palestra, subordinada ao tema “O trabalho dos portugueses no CERN”, que decorreu no dia 20 de novembro, no auditório da escola. A exposição consistia num conjunto de cartazes, que a professora Clélia Alves trouxe da sua recente ida à referida organização e que amavelmente cedeu, para expor na nossa escola. A palestra foi proferida pelo Professor Pedro Abreu que, gentilmente, acedeu ao convite que lhe foi endereçado pelo Clube da Ciência. O Professor Pedro Abreu concluiu, em 1995, a sua Tese de Doutoramento relacionada com os dados adquiridos na experiência DELPHI no período de 1990 a 1994. A experiência DELPHI é uma das experiências a funcionar no LEP, o anel de colisão electrão-positrão do CERN. O Professor Pedro Abreu é investigador do LIP, Laboratório de Instrumentação e Física Elementar de Partículas, uma associação científica e técnica de utilidade pública que tem por objetivos a investigação no campo da Física Experimental de Altas Energias e da Instrumentação Associada. As atividades de pesquisa principais do LIP são desenvolvidas no âmbito de grandes colaborações no CERN e em outras organizações internacionais e grandes infraestruturas dentro e fora da Europa, como o ESA, o SNOLAB, o GSI, a NASA, AUGER e LUX. No decorrer da sua atividade profissional, o Professor Pedro Abreu efetuou inúmeras apresentações em Conferências Internacionais e outros seminários, feitos sob convite, bem como várias comunicações. As suas actividades de docência têm tido lugar no Departamento de Física do Instituto Superior Técnico, em Lisboa. Depois desta sucinta apresentação do nosso convidado, provavelmente o leitor perguntará: O que é o CERN? Onde está localizado o CERN? O que se faz no CERN? Qual o papel dos portugueses no CERN?. Foi a estas questões que o Professor Pedro Abreu procurou, com sucesso, dar resposta. O CERN, Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, é um dos maiores e mais respeitados centros para a pesquisa científica. Este centro foi fundado em 1954 e encontra-se localizado perto de Genebra, na fronteira franco-suíça. No CERN, estudam-se os componentes básicos da matéria, as partículas fundamentais, com o objetivo de descobrir a composição e funcionamento do Universo. Dos instrumentos utilizados no CERN destacam-se os aceleradores de partículas e os detectores. Os aceleradores impulsionam feixes de partículas de modo a que estas colidam, com uma velocidade muito elevada, com outras partículas ou com alvos estacionários. Os detectores permitem observar e registar os resultados dessas colisões. Portugal é um dos vinte Estados-Membros do CERN juntamente com a Áustria, Bélgica, Bulgária, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Itália, Holanda, Noruega, Polónia, República Eslovaca, Espanha, Suécia, Suíça e Reino Unido. Portugal aderiu ao CERN, como Estado-Membro, em 1986. O Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP) foi criado simultaneamente para realizar atividades relacionadas com a Física Experimental de Partículas, envolvendo pesquisadores de universidades, assim como os próprios serviços científicos do LIP. Assim sendo, o LIP tem um forte compromisso com os programas do CERN. Por outro lado, o CERN tem sido sempre uma plataforma privilegiada para a formação avançada de jovens engenheiros. A partir de um programa da Agência Portuguesa de Inovação (adi), foi possível que mais de 140 jovens engenheiros passassem no CERN períodos de dois anos de formação em áreas-chave de tecnologias avançadas, contribuindo para o esforço LHC. Quem sabe se, num futuro próximo, não teremos alunos da nossa escola a contribuir também para o esforço LHC? Trabalhar num prestigiado centro de pesquisa, como o CERN, não é uma missão impossível! Fontes: http://www.lip.pt/~abreu/ http://www.lip.pt/ http://home.web.cern.ch/ http://international-relations.web.cern.ch/International-Relations/ms/pt.html

29/06/12


Projeto Radiação Ambiente

V Encontro Nacional



Realizou-se no passado dia 5 de maio de 2012, na Escola Secundária com 3º ciclo de Ferreira Dias, o V Encontro Nacional do Projeto Radiação Ambiente. Este evento foi organizado pela escola anfitriã e pelo Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP) e estiveram presentes 17 escolas de vários pontos do país, num total de 150 participantes.

A nossa escola esteve representada pelas professoras Clélia Alves e Sandra Valdrez e pelos alunos, Ana Beatriz Carnaxide do 10ºF e Gabryel Paiva do 10º E, que foram mostrar, tal como todos os outros, num poster A0, os resultados das várias experiências envolvendo radiação, tendo ênfase a presença de radão no ambiente, desenvolvidas ao longo do ano lectivo.

Durante a manhã, após a colocação do nosso poster, decorreu a sessão de abertura, com a participação dos investigadores do LIP, professores João Carvalho da Universidade de Coimbra, Pedro Abreu do Instituto Superior Técnico e Luís Peralta da Faculdade de Ciências de Lisboa e Coordenador do Projeto. Intervieram, ainda a professora Ana Noronha do Ciência Viva, o Dr. Marco Almeida Vice-Presidente da Câmara Municipal de Sintra e a directora da escola anfitriã Drª. Leonídia Cunha.





Após a sessão de abertura, cada escola expôs o trabalho desenvolvido, explicando cada uma das experiências e os resultados obtidos. Os alunos de cada escola votaram num poster do 3º ciclo e num do secundário.



 
Antes de almoço assistimos a um momento musical com a banda Electric Divinity.







Após um prazenteiro almoço de carne assada e castanhas, iniciaram-se as actividades da tarde com uma videoconferência com o cientista André Tinoco, do CERN.



 
Já no ginásio da escola, assistimos a um debate/teatralização "Prós e Contras da radiação" a cargo da Escola Secundária de Vendas Novas.





De seguida jogou-se o “Quem quer ser milionário – Alta Radiação”, no qual, os nossos alunos chegaram à semi-final.




 
Passou-se, por fim, à tão ansiada cerimónia de entrega dos prémios:


Foram vencedores do Concurso " Milionário - Alta Radiação", as seguintes escolas:


1º Lugar - Escola Secundária Dr. Augusto César da Silva Ferreira – Rio Maior


2º Lugar - Escola Secundária de Vendas Novas


3º Lugar - Escola Secundária com 3º Ciclo de Ferreira Dias





Foram vencedores dos melhores pósteres (os mais votados pelos alunos):


Ensino básico


1º Lugar - Escola Secundária Afonso Albuquerque - Guarda





Ensino secundário


1º Lugar - Escola Secundária de S. Pedro do Sul


2º Lugar - Escola Secundária da Batalha


3º Lugar - em ex-aequo - Escola Secundária da Portela e Escola Secundária Ferreira Dias.





O encontro terminou com a apresentação da Orquestra de Cordas do Conservatório de Música de Sintra.

Antes da despedida, foi-nos servido um delicioso lanche onde se destacou a doçaria da região de Sintra.
Este encontro foi para nós muito positivo. Apesar de não termos sido vencedores de qualquer prémio, sentimos um grande orgulho em participarmos num verdadeiro projeto científico a nível nacional. Trouxemos excelentes recordações dos momentos de convívio e da troca de experiências entre todos os participantes, e também, tal como todas as outras escolas, um livro sobre o património de Sintra, oferecido pela Câmara Municipal desta vila, que fará parte do espólio da nossa biblioteca.

Projeto Radiação Ambiente

Resultados da Experiência CR39

Filme colocado no bar dos alunos, bloco F, durante 1,5 mês.

Medimos o campo do microscópio (do "Imaginarium") e gravamos a imagem que se encontra em cima, no computador.

Campo do microscópio = 2,44 mm (medido com o auxílio de um parafuso micrométrico)

nº traços total = 240 traços

Área = 2,44 x 2,44 = 5,95 mm2

Intervalo de tempo = 1,5 mês

Radiação = nº total de traços/(área*intervalo de tempo) = 240 / (0,0595 x 1,5) = 2698,08 traços/m2/mês

Conversão para Bq.m-3                  

  2698,08 x 0,41= 1106,21 Bq m


Conclusão:

Verificou-se que a concentração de Radão no bar dos alunos é superior ao valor legislado. A Comissão Europeia emitiu em 1990 uma recomendação (90/143/Euratomem) que indica o valor limite de 400 Bq.m-3 como média anual da concentração de radão no interior das habitações já construídas, e de 200 Bq.m-3 para habitações a construir; a legislação nacional, através do Decreto Lei n. 79/2006, estipula como limite máximo 400 Bq.m-3. Recomenda-se assim, uma avaliação da radiação ambiente na nossa escola em outros momentos e também, por períodos de tempo maiores, visto que com o medidor Geiger não se registam valores elevados de radiação, como se pode verificar em Radiação Exterior. Deve-se também fazer a revelação de um detetor branco, isto é, sem ter sido exposto, isto porque há a possibilidade dos detetores terem sido contaminados pelas rochas de Nisa utilizadas na experiência de Becquerel.

Projeto Radiação Ambiente

Resultados da experiência Radiação Exterior

Mediu-se a radiação com um medidor Geiger, em vários pontos da escola, na foto o corredor dos laboratórios.




















Com um GPS, fez-se a localização da escola:















W 9º 20,16`
N 38º 56,24`

E obteve-se um mapeamento da escola:




















Legenda:

Conclusão:

Verifica-se que os valores de radiação exterior existentes na nossa escola são muito baixos, não constituindo, por isso, perigo para a nossa saúde.

Projeto Radiação Ambiente

Resultados da experiência de Becquerel

Nesta atividade foram usadas rochas calcárias das minas de Nisa que vinham referenciadas como contendo um número significativo de decaimentos. Por isso, foram colocadas próximas de películas sensíveis a partículas alfa e beta provenientes dos diversos decaimentos.

Estas películas encontravam-se dentro de um invólucro opaco à luz. Deste modo e usando a sala do Clube de Fotografia, completamente às escuras, utilizando apenas uma luz vermelha, retirou-se a película do invólucro e colocou-se, por cima, um pequeno pedaço de fio de cobre dobrado. Envolveu-se este conjunto num pedaço de papel de alumínio que também é opaco à radiação visível. De seguida colocamos uma pedra sobre o papel de alumínio.

Passados 15 dias, revelou-se a película e obteve-se zonas escuras e zonas claras. Em algumas películas, foi possível observar-se o fio de cobre que impediu a impressão de radiação. Concluiu-se que as zonas escuras obtidas são devidas à radiação alfa e beta que impressionaram a chapa, enquanto as zonas claras, a ausência de decaimentos.

Os negativos dos filmes foram revelados no laboratório de fotografia da escola. Estes negativos foram revelados em papel, obtendo-se os positivos, com a ajuda do professor Carlos Marques, ao qual muito agradecemos.

Filme 1 - Positivo


As setas vermelhas indicam a presença de um fio de cobre fino que impediu a impressão do filme naquele local.




Filme 2 - Positivo






     



        Filme 3 - Negativo










Nestes filmes não são visíveis o impedimento da impressão devido à presença do fio de cobre. Apenas se verificam zonas onde a radiação foi mais intensa (zonas a branco no positivo e zonas a negro no negativo).

Filme 4 - Positivo


A seta preta indica a presença de um fio de cobre fino dobrado em forma de gota que impediu a impressão do filme naquele local.